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Sinditêxtil-SP lança manual de desempenho ambiental
Com o objetivo de criar uma cultura de medição de indicadores de desempenho ambientais, o Sinditêxtil-SP, em conjunto com a CETESB, no âmbito da Câmara Ambiental do Setor Têxtil, criou um manual explicativo para a obtenção e aplicação de dados, afim de quantificar e qualificar o desempenho ecológico das indústrias têxteis.
A adoção dessa cultura possibilita verificar a tendência, eficiência e eficácia das medidas tomadas e assim visar estratégias de melhoria, que poderão subsidiar o planejamento a ser contemplado na renovação da licença ambiental no Estado de São Paulo, bem como na elaboração de projetos para obter ampliação de prazos de validade destas licenças, conforme prevê o disposto no Decreto 47.400, de 04/12/2002 (CETESB, 2002).
Clique aqui para acessar o manual. Para mais informações entre em contato com Wilson de Oliveira, pelo telefone: (011) 3823-6179 ou pelo email: meioambiente@sinditextilsp.org.br .
Enquadramento de corpos de água receptores
Com vistas às propostas de alteração do enquadramento dos corpos de água receptores, classificados de acordo com o Decreto Estadual nº. 10.755 de 22 de novembro de 1977, o Sinditêxtil-SP realiza, até o dia 16 de abril, pesquisa que permitirá levar aos representantes do setor industrial, nos respectivos Comitês de Bacias Hidrográficas, as preocupações e propostas para serem consideradas nas discussões e estudos que se encontram em andamento. Para acessar a pesquisa, clique aqui.
Aproveite também para ver o documento do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) sobre padrões de qualidade. Para sanar dúvidas, entre em contato pelo telefone (11) 3823-6179 ou envie um e-mail para meioambiente@sinditextilsp.org.br.
Indicadores Ambientais devem auxiliar diretrizes para setor têxtil
Após o lançamento do Guia de P+L do setor têxtil, o Sinditêxtil-SP vai iniciar mais uma etapa desafiadora e pioneira que tem como intuito se estabelecer indicadores ambientais, fator essencial para a competitividade nacional e internacional da indústria paulista e brasileira.
“Com a adoção de uma cultura de medição de indicadores é possível construir uma visão de futuro para as empresas, aperfeiçoar as etapas de planejamento, expandir e ampliar o negócio, e o mais importante: obter simultaneamente benefícios ambientais e econômicos na gestão dos processos”, comenta Eduardo San Martin, Coordenador de Meio Ambiente do Sinditêxtil-SP. “Para tanto é fundamental a participação de todas as empresas”, complementa.
O Sinditêxtil-SP desenvolveu e agora disponibiliza para as indústrias interessadas um manual explicativo para realizar o monitoramento freqüente de seus impactos ambientais mais importantes e associá-los aos números da produção. No mês de dezembro o Sindicato reunirá os números e definirá os Indicadores Ambientais da Indústria Têxtil.
Clique aqui para acessar o manual explicativo. Caso necessite de mais informações, entre em contato com a Coordenadoria de Meio Ambiente, tanto para tirar dúvidas quanto para relatar seus números, por meio do telefone (11) 3823-6179 ou e-mail meioambiente@sinditextilsp.org.br.
A Coordenadoria de Meio Ambiente
do SINDITÊXTIL-SP foi instituída
em 1998, tendo como objetivos iniciais
oferecer orientação
para a gestão ambiental das
empresas do setor e participar da
discussão que se iniciava sobre
a cobrança pelo uso da água,
especialmente devido aos problemas
que o setor produtivo paulista iria
enfrentar caso fosse aprovado o texto
original da proposta do Governo Estadual.
A atual Diretoria do SINDITÊXTIL-SP,
além de manter as metas que
originaram a criação
da Coordenadoria de Meio Ambiente,
decidiu reformatar sua participação
na Câmara Ambiental da CETESB,
organizar um ciclo de palestras técnicas
sobre os principais temas ambientais
que ocorrem nas empresas, elaborar
manuais de orientação
para práticas de Produção
Mais Limpa, concluir o inventário
ambiental do setor têxtil paulista,
promover eventos no interior do Estado
para discutir questões ambientais,
entre outros.
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente
e a CETESB são parceiros do
SINDITÊXTIL-SP. Entretanto,
os principais parceiros são
os associados, uma vez que é
a contribuição associativa
a fonte de recursos para oferecer,
sem quaisquer ônus, todos estes
projetos à cadeia produtiva.
Composição
da Câmara Ambiental
Guia de Produção Mais
Limpa da Indústria Têxtil
A Produção Mais Limpa
(P+L) é uma ferramenta que
visa, em primeiro lugar, a otimização
de processos melhorando a sua eficiência
e, posteriormente, o reuso e reciclagem
dos rejeitos gerados, com vistas a
obter adequação ambiental
com benefícios econômicos.
Com isso ganham o setor produtivo
e a sociedade, na medida em que há
uma maior produtividade, com a conseqüente
redução de poluentes.
O Sindicato da Indústria Têxtil
do Estado de São Paulo (Sinditêxtil-SP),
junto à Câmara Ambiental
da Indústria Têxtil,
formada por membros do Sindicato e
da Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (CETESB), apresenta o Guia
de P+ L específico do setor
têxtil:
Guia
Técnico Ambiental da Indústria
Têxtil Série P+L
O material, além de descrever
a atividade têxtil e relacionar
medidas práticas genéricas
e específicas, apresenta de
forma inédita indicadores ambientais
que poderão ser quantificados
a partir de informações
fornecidas pelas empresas.
Para que este documento possa sempre
auxiliar as empresas têxteis
na redução de seus custos
ambientais e na ampliação
da eficiência da gestão
ambiental é necessário
que as indústrias continuem
colaborando e informando o Sinditêxtil-SP
sobre os resultados de suas práticas,
a fim de aprimorar este manual orientativo.
Assim sendo, solicitamos que envie
à Coordenadoria de Meio Ambiente
do Sindicato, suas opiniões
e sugestões, pelo telefone
(11) 3823-6179 ou e-mail meioambiente@sinditextisp.org.br.
SinditêxtilSP e CETESB
definem destino ecologicamente correto
para lodo têxtil
Historicamente as indústrias
têxteis que necessitam realizar
tratamento biológico para seus
efluentes líquidos deparam-se
com uma grande dificuldade quanto
à destinação
do lodo resultante do processo. O
lodo contém substâncias
que, quando depositadas em ambiente
impróprio, podem comprometer
o ecossistema. Assim, grande parte
das empresas adotou aterros industriais
como destino para tais resíduos,
procedimento de custo elevado e que
não evita a formação
de passivo ambiental.
O Sinditêxtil-SP tão
logo tomou conhecimento das dificuldades
encontradas e, em virtude da necessidade
de obter alternativas para a destinação
de resíduos, levou o assunto
à Câmara Ambiental Têxtil
da CETESB, onde foram discutidas diversas
opções ecologicamente
corretas e com baixo custo de implementação.
Após um ano de discussões,
chegou-se ao consenso de que a queima
do lodo em caldeiras seria a melhor
opção. Foram desenvolvidos
estudos e testes a fim de verificar
a viabilidade de tal processo, pioneiro
no país. Constatamos que a
queima do lodo pode ser aproveitada
na produção energética,
contribuindo para a diminuição
do consumo de combustíveis
e não produzindo impactos ambientais
significativos, explica Eduardo
San Martin, coordenador de Meio Ambiente
do Sinditêxtil-SP.
Após os resultados expressivos
obtidos pelos estudos e testes realizados,
em decisão tomada pela Diretoria
da CETESB, em 4 de março de
2008, foi aprovada a proposta do novo
procedimento para utilização
de resíduos não perigosos
em caldeiras no Estado de São
Paulo. A proposta aprovada estabelece
uma metodologia para o correto aproveitamento
energético do lodo, através
de critérios para o licenciamento,
estudo da viabilidade, plano de testes
e limites de emissão.
Por ser um processo inédito
as indústrias enfrentarão
certa burocracia para implementar
a novidade. É de extrema
importância que as empresas
que aderirem ao novo modelo de destinação
do lodo informem ao Sinditêxtil
as condições de operação,
para que possamos pedir em breve uma
revisão desta decisão,
favorecendo a industria com a eliminação
dos processos burocráticos
existentes, comenta San Martin.
Decisão
de Diretoria n°027/2008 - CETESB
CETESB ESTABELECE LIMITES PARA VIBRAÇÃO
Já está em vigor decisão
tomada pela diretoria da CETESB, em
novembro de 2007, que estabelece,
temporariamente, para as indústrias
os limites de velocidade de vibração
de partículas (pico), considerando
os tipos de áreas e períodos
do dia. A expectativa é que
dentro de um ano a medida final comece
a vigorar. Confira, na tabela a seguir,
os números de Pico aceitáveis:
Limites de velocidade de vibração
de partículas - Pico (mm/s)
|
Tipos de áreas
|
Diurno
(7h às 20h)
|
Noturno
(20h às 7h)
|
|
Áreas
de hospitais, casas de saúde,
creches e escolas
|
0,3
|
0,3
|
|
Área
predominantemente residencial
|
0,3
|
0,3
|
|
Área
mista, com vocação
comercial e administrativa
|
0,4
|
0,3
|
|
Área
predominante industrial
|
0,5
|
0,5
|
Entenda o caso
O processo de industrialização
de São Paulo se deu com a instalação
de fábricas distantes das regiões
habitadas. Com o tempo, por falta
de planos diretores, as residências
foram se aproximando das indústrias
e, como conseqüência, por
maior que seja a eficiência
do controle de poluição
existente, as pessoas passaram a sentir
mais os impactos ambientais da atividade
industrial.
No caso da indústria têxtil,
as residências muito próximas
às fábricas que utilizam
teares podem sentir os efeitos da
vibração do maquinário.
Foram registradas diversas reclamações.
Como não existia nenhuma legislação
específica sobre poluição
decorrente das vibrações,
as fábricas eram, na maioria
das vezes, autuadas pelo incômodo
causado pelas atividades produtivas.
A inexistência de números
que quantificassem essa poluição
provocada pela vibração
deixava as indústrias numa
posição de desconforto.
"Estas fábricas, em especial
na região de Americana, trouxeram
ao Sinditêxtil-SP essa preocupação
que foi encaminhada à Câmara
Ambiental da Indústria Têxtil,
formada por membros da indústria
têxtil paulista e da CETESB",
comenta Eduardo San Martin, coordenador
de Meio Ambiente do Sindicato.
De acordo com ele, o Sinditêxtil-SP
então desenvolveu uma minuta
de normas para vibração,
que está em fase de testes
e aprovação. Enquanto
espera a resolução entrar
em vigor, a Câmara Ambiental
aplicou uma solução
intermediária: uma decisão
da diretoria da CETESB, que fixa quais
os números que podem ser aceitos
hoje para a atividade existente em
relação à vibração
(tabela acima).
"Agora a indústria que
estiver dentro destes limites não
estará mais sujeita à
punição por critérios
subjetivos, que estavam provocando
uma série de desconfortos legais
e administrativos nas industrias têxteis",
esclarece San Martin.
Publicação
do D.O. do Estado da Decisão
de Diretoria nº 215/2007 - CETESB
Ciclo de palestras técnicas
sobre alterações na
legislação ambiental
e procedimentos de prevenção
e controle de poluição.
Licenciamento
Ambiental Renovável
Áreas
Contaminadas
Controle
da Poluição das Águas
Controle
da Poluição do Ar, Ruído
e Vibração
Enga. Maria Cristina Poli
Gerenciamento
de Resíduos Sólidos
Engª Maria Cecília
Pires, Gerente da Divisão de
Resíduos Sólidos da
CETESB
Financiamento
de Projetos Ambientais
apresentada pelo Sr. Eduardo Bandeira
de Mello, Chefe do Departamento de
Meio Ambiente do BNDES e pelo Sr.
Arnaldo Celso Augusto, da Secretaria
Executiva do PROCOP.
- O PROCOP - Programa de Controle
de Polição destina-se
a financiar e fornecer apoio técnico
aos projetos de controle, preservação
e melhoria das condições
ambientais no Estado de São
Paulo(http://www.cetesb.sp.gov.br/Servicos/financiamentos/procop.asp)
Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social BNDES - http://www.bndes.gov.br
e
Departamento Regional São Paulo
para dúvidas com o Sr. Paulo
Mizushima pelo e-mail: mizus@bndes.gov.br
Estudo
de Análise de Risco
Produção
Mais Limpa
Certificações
Ambientais
CETESB
- Estudo
mostra quando concentrações
de poluentes no solo e água
subterrânea exigem intervenção
- Rede
de proteção ao solo
- Palestra
CETESB - II Encotêxtil - Jundiaí
- Eng. Domênico Tremaroli
O DMA - Departamento de Meio
Ambiente, o DEMPI - Departamento
da Micro, Pequena e Média Indústria
da FIESP
em parceria com a CETESB
- Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental publicaram uma cartilha
- "Licenciamento Ambiental e
as Micro e Pequenas Empresas - Dúvidas
Freqüentes" visando viabilizar
o desenvolvimento de ações
de orientação sobre
o licenciamento ambiental no Estado
de São Paulo, através
da prática da educação
ambiental, a reflexão da classe
empresarial quanto a sua responsabilidade
na prevenção e controle
da poluição ambiental,
enquanto membro de uma comunidade,
de forma a efetivar a integração
da produção industrial
com o meio ambiente rumo a uma economia
durável e sustentável.
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