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Pesquisa inédita revela perfil da RPT

Enquanto o número de confecções instaladas na RPT  (Região do Polo Têxtil) cresceu  8,5%, nos últimos três anos, a  quantidade de tecelagens diminuiu 3,2% no mesmo período.  Mesmo assim, o salto ainda é  positivo. Ao todo, houve um  aumento de 3,1% na quantidade de indústrias do setor têxtil. Os dados fazem parte do  primeiro estudo sobre o Polo  Têxtil e de Confecção da Região de Americana, divulgado  ontem pelo Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias Têxteis do  Estado de São Paulo) e o Sindivestuário-SP (Sindicato das Indústrias do Vestuário do Estado de São Paulo).

Esta é a primeira pesquisa detalhada sobre o setor têxtil e de confecção  da RPT composta pelas cidades  de Americana, Santa Bárbara,  Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia. O estudo, realizado  pelo IEMI (Instituto de Estudos  e Marketing Industrial), aborda  o número de empresas por segmento, porte delas, total de empregados, volume de produção  e canais de distribuição, entre  outros aspectos no período de  2007 a 2009. Ao todo, foram entrevistadas 386 empresários da  região, que representam 64%  da produção do polo.

O presidente do Sinditêxtil-SP, Rafael Cervone Netto,  destacou a importância do estudo para que sirva de base na  elaboração de um plano estratégico setorial. "A pesquisa  mostra o que somos e o que representamos. Agora sabemos o  que estamos precisando, quais  as ameaças, as oportunidades,  para assim transformar as informações em planos de ação",  afirmou.

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