NOTÍCIAS
 
 

Lançamento: Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira 2010

O Brasil Têxtil 2010, Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira, elaborado e editado pelo IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial) em parceria com a  Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), através do Texbrasil - Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira desenvolvido juntamente com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), acaba de ser lançado oficializando os dados do setor, até então estimativos, do mercado interno de 2009.

O Estudo, único no gênero da indústria têxtil e de confecção no Brasil, mostra o panorama nacional do setor, divido em: comparativo das etapas de produção, importância do setor na economia brasileira, transformações ocorridas no setor no ano passado, número de empresas e empregados, parque fabril, evolução e investimentos do período, principais regiões produtoras de têxteis no País e muito mais.  

Dentre as informações que impressionam no relatório, está a participação da cadeia têxtil brasileira na indústria de transformação, com 5,7% do faturamento. Em termos de pessoal ocupado, sua participação foi ainda mais significativa, ou seja, 17,1% do emprego total da indústria de transformação nacional.

Já nos dados sobre quantidade de empresas e empregos gerados, o IEMI aponta que entre 2005 e 2009, o número de empresas em atividade nos segmentos têxteis cresceu 16%, enquanto que nos segmentos de confecção o crescimento foi de 22%. Quanto ao pessoal ocupado, houve um aumento de 3,9% nos segmentos têxteis e de 8,7% nos de confecção.

Em 2009, os investimentos em máquinas e equipamentos foram de US$ 811 mi, o que representa uma redução de 17,6% em relação aos valores de 2008. Essa redução é reflexo da crise mundial que atingiu os planos de investimentos  dos empresários em 2009, dada a retração de grandes mercados. As máquinas importadas no ano passado recuaram 21,5% se comparadas ao ano anterior e as máquinas nacionais caíram 4,9%. 

A região Sudeste se destacou dentre as demais em 2009, por concentrar os maiores mercados consumidores e sediar os principais centros de distribuição de atacado e varejo do Brasil. Entretanto, entre 2005 e 2009, tanto o Sudeste quanto o Sul e Norte perderam parcelas significativas de suas participações para mercados das regiões Nordeste e Centro-Oeste.