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11/11/2005 - APL Têxtil
investe em diagnóstico do setor
Nos próximos 60 dias, o Arranjo
Produtivo Local (APL) Têxtil
de Jundiaí e Região
vai traçar o perfil do empresário
do setor têxtil e de vestuário
que pertencem às cidade que
fazem parte da regional da Fiesp (Federação
das Indústrias do Estado de
São Paulo), uma vez que o coordenador
do APL, George Tomic, também
é diretor regional da entidade.
A idéia, de acordo com Tomic,
é levantar a partir de um diagnóstico
quem são, quais as características
comuns ou não e as necessidades
de cada empresa diante do mercado.
"Vamos conhecer o setor têxtil
e de vestuário, para depois
começarmos a atuar para envolver
a cadeia produtiva e gerar ações
que tragam resultados para todos",
explicou.
0 APL é um aglomerado de empresas
localizadas no mesmo território
pertencente ao mesmo segmento. Altamente
produtivo, hoje o setor têxtil
é marcado pela atuação
predominante das micro e pequenas
empresas. "Ao unir esforços,
por meio dos arranjos, todos terão
a chance de obter resultados mais
significativos em prol da competitividade
no mercado, o que justifica o interesse
no fortalecimento desses conglomerados",
completou.
A proposta do diagnóstico
surgiu em um encontro que reuniu na
sede do Sebrae-SP, empresários
do setor, representantes do Sinvescon
(Sindicato das Indústrias do
Vestuário, Confecções
de Roupas, Oficinas de Costura em
Geral de Jundiaí e Região),
do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas),
da Abit (Associação
Brasileira da Indústria Têxtil
e de Confecção), do
Sinditêxtil (Sindicato da Indústria
Têxtil), do APL de Cerâmica
Artística de Porto Ferreira,
além de José Zeno Fontana,
assessor especial da secretaria estadual
de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento
Econômico, representando o apoio
do governo do Estado de São
Paulo no projeto. "Na secretaria
trabalhamos na implantação
dos arranjos, o que significa dizer
que organizamos o que já é
latente na região. Colaboramos
na montagem de uma estrutura para
organizar as atividades de todos os
empresários, a partir da metodologia
desenvolvida pela Fiesp e pelo Sebrae,
que traçam um plano diagnóstico
para conhecer as empresas e, assim,
desenvolvem ações que
tragam benefícios quando todas
começarem a atuar em conjunto",
explicou. "A próxima etapa
agora é levantar o maior número
de empresas do setor que possam, voluntariamente,
participar desta pesquisa", completou
Tomic.
Fonte: Jornal da Cidade (Jundiaí)
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