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Indústria e comércio se unem para fortalecer sindicatos

 
  Andrade e Santos celebram parceria para troca de experiências, informações e elaboração de projetos

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) trocarão experiências, informações e construirão juntas novos projetos para o fortalecimento das entidades sindicais da indústria e do comércio. O termo de cooperação entre as duas entidades foi assinado nesta quinta-feira, 17 de março, pelos presidentes CNI, Robson Braga de Andrade, e da CNC, Antônio Oliveira Santos, na sede da CNC, em Brasília.

Com essa parceria, a CNI poderá repassar para a entidade do comércio o conteúdo, metodologia de planejamento estratégico e de capacitação do seu Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Criado em 2008, o programa tem ações voltadas à capacitação de líderes sindicais, aprimoramento da gestão dos sindicatos, atividades de marketing associativo, entre outras. Atualmente, 1.105 sindicatos ligados às 27 federações estaduais da indústria fazem parte do PDA.

Com a cooperação, a CNC também transferirá à indústria informações e metodologias do seu Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS). O sistema ajuda os sindicatos a identificar e oferecer produtos às empresas associadas a partir da suas necessidades e expectativas. Hoje, o SEGS atende a mais de 700 entidades sindicais.

O presidente da CNI ressaltou a importância do fortalecimento dos sindicatos de indústrias do país e do trabalho que vem sendo feito pela CNI nesse sentido. “O sindicato se torna mais importante na medida em que atrai cada vez mais o interesse das empresas que representa”, acrescentou Andrade.

O presidente da CNC destacou o papel dos sindicatos para os setores produtivos do país. “Temos hoje mais de 2 mil sindicatos, da indústria e do comércio juntos, que congregam todas as categorias e setores que movem a economia desse país”, informou Santos.

Durante a solenidade, Andrade propôs que a CNI e a CNC se reúnam a cada dois meses para discutir temas de interesse comum. “Muitas questões que afetam a indústria também atingem o comércio e muitas vezes fazemos o mesmo trabalho, às vezes com pouca interação”, observou Andrade. Para o presidente da CNC, as duas entidades são irmãs no objetivo de defender o interesse do setor produtivo do país.